VIOLÊNCIA VOLTA A SER DESTAQUE EM ANGUSTURA

Crime com requintes de crueldade foi cometido em Angustura.

Homem foi espancado de forma violenta e covarde, e mesmo desacordado ainda levou pontapés na cabeça de um de seus agressores. Agredido faleceu dias depois, no Hospital São Salvador.

Morro do Cruzeiro, em Angustura, onde “Paulinzim” teria sido espancado brutal e covardemente. A imagem registra uma operação anti-drogas realizada pela 52ª Cia. da Polícia Militar de MG, realizada em 29/05/2020 (Foto: Reprodução 52ª Cia. PMMG)

Semana passada (18), teria falecido no Hospital São Salvador um homem, residente em Angustura, conhecido por “Paulinzim”, 44/45 anos, que estaria apresentando sinais visíveis de ter sido agredido violentamente. No dia seguinte, última sexta-feira (19), ocasião em que a vítima foi sepultada, certamente por terem sido informados já que o caso poderia ser taxado como homicípio, policiais militares estiveram na vila da Angustura buscando informações sobre a mesma e o quê poderia ter ocorrido. Vale ressaltar, os policiais estariam procurando alguns elementos, entre estes um velho conhecido nas hostes policiais por outros delitos cometidos, como roubo e agressões, que, segundo informações oficiosas, não foi encontrado. Vale ressaltar, tal indivíduo conhece como ninguém todos os cantos e recantos de Angustura, locais em que muitos angusturenses sequer imaginam existir.

Segundo informações oficiosas, dadas ao ALÉM PARAHYBA sob a forma de que o veículo se comprometesse em não revelar sob hipótese alguma a fonte, há cerca de 8/10 dias atrás a vítima foi agredida de forma violenta nas proximidades da Praça do Cruzeiro, localizada na parte alta da vila onde reside mais da metade da população angusturense. Os agressores, em número de três ou quatro, o espancaram por cerca de cinco minutos com socos e pontapés desferidos nas costas, no tórax e na cabeça, até que o mesmo ficasse desacordado. Após a perda dos sentidos, a vítima continuou sendo agredido por um dos seus algozes, o velho conhecido das autoridades policiais, com pontapés nas costas e na cabeça, sendo a seguir abandonado sem sentidos no local.

Após retomar os sentidos, não foi informado se com auxílio de alguém, a vítima foi para sua residência, onde mora com a esposa e mais 10/11 filhos menores, com vários hematomas espalhados por todo o corpo, supostamente escondendo o fato da esposa a quem teria dito que levara um tombo.

Com fortes dores pelo corpo, se automedicando, dias depois, alegando “fortes cores na coluna”, ele buscou auxílio médico, tendo ido para o Hospital São Salvador onde foi internado, indo a óbito no dia seguinte, 18 de março. “Paulinzim” foi sepultado na sexta-feira, dia 19.

O assunto virou tabu em toda Angustura. Ninguém sabe e ninguém viu. Pelas esquinas nomes são sussurrados, quase inaudíveis, sem que alguém afirme ter visto os autores ou o ato covarde e criminoso. Um velho conhecido das autoridades policiais, atualmente vivendo na localidade de forma pacata e ordeira, sem se envolver com quem quer que seja que possa ter envolvimento com atos criminosos, teria afirmado que o fato foi “covarde e brutal”, e que os envolvidos deveriam sofrer as mais severas penalidades que existem na Justiça.

Segundo informações obtidas quando do fechamento desta matéria, um contingente da Polícia Militar, pelo terceiro dia consecutivo, estaria desde a manhã de hoje percorrendo as ruas angusturenses à procura de informações que os levem até os suspeitos. Que a Polícia Militar consiga encontrar os suspeitos de tão pavoroso crime que coloca, mais uma vez, a pacata Angustura em destaque no noticiário policial, levando-os até a frente do Judiciário para pagar pelo pavoroso crime que supostamente cometeram.