Idoso agredido covardemente na semana passada se recupera satisfatoriamente, mas mostra receio de andar pelas ruas

Passado uma semana das agressões que sofrera por parte de Paulo Vitor, que seria um velho conhecido das páginas policiais alemparaibanas, o ferroviário aposentado Ronaldo José Corrêa, 84 anos, vem se recuperando na residência de uma de suas filhas de forma satisfatória. Entretanto, segundo a filha que prefere seu nome ser mantido em sigilo, Ronaldo tem esboçado preocupação e receio já que o agressor ainda está solto pelas ruas alemparaibanas, impedindo-o de voltar às suas atividades rotineiras, ou seja, caminhar pelo centro da cidade (Porto Novo) onde conversava com amigos, ir aos bancos para efetuar o pagamento de suas contas, etc.

“Apesar de ainda apresentar grandes hematomas no rosto e no corpo, bem como estar se recuperando da fratura no crânio, meu pai não tem dormido direito, acorda sobressaltado com pesadelos, bem como mostra grande receio de que seu agressor possa querer invadir minha residência, onde ele está se recuperando”, diz a filha, professora aposentada que reside no bairro de Vila Caxias.

Na busca de informações sobre o desenrolar o inquérito policial que foi aberto para apurar os fatos, oficiosamente o ALÉM PARAHYBA teve conhecimento de que o mesmo está em fase final, e que brevemente será entregue ao Ministério Público/Judiciário da Comarca de Além Paraíba com o pedido de prisão preventiva do agressor com a acusação de tentativa de homicídio qualificado, o que pode constituir uma pena de reclusão de seis a vinte anos. A pena ainda pode ser aumentada em um terço já que a vítima é idosa, e mais um terço já que o agressor deixou de prestar socorro à mesma, fugindo para assim evitar sua prisão em flagrante.