Moto-taxistas clandestinos tomam conta da cidade e nenhuma atitude é tomada pela fiscalização da PMAP

Ponto de moto-táxi clandestino criado na Praça Francisco Conde das Neves. (Foto: enviada ao Jornal Além Parahyba, com o resguardo de sigilo à fonte)

À ocasião em que foi regularizado o serviço de moto-taxistas em Além Paraíba uma série de regras foi criada para o exercício da profissão, todas tomadas com o aval do Legislativo Municipal. A municipalidade passou a cobrar taxas anuais dos profissionais, obrigações diversas como o uso de colete, emplacamento diferenciado, limite de profissionais atuando, etc.

Infelizmente, é o que parece, um item primordial para o exercício não tem sido observado e nenhuma atitude tem sido tomada pelo atual Poder Executivo Municipal Alemparaibano, responsável direto pela observância das regras criadas: FISCALIZAÇÃO!

Pelas ruas da cidade o número de moto-taxistas clandestinos já supera aqueles que são obrigados a seguir as regras impostas pela Legislação Municipal, entre estas o pagamento da taxas obrigatórias para trabalhar, o que tem sido alvo de inúmeras críticas. Em alguns lugares, como nas praças Francisco Conde das Neves e Coronel Breves, bem como defronte um supermercado existente na rua Dr. Ricardo Grimaldo Estides, na Ilha do Lazareto, até mesmo foram criados pontos de moto-táxis clandestinos, isto sem contar que a maioria das apelidadas “centrais de moto-táxis” atuam em sua maioria, somente com profissionais clandestinos.

Vários profissionais moto-taxistas regularizados remeteram críticas a este site fazendo observações sobre a fiscalização aos clandestinos como se esta também fosse uma atribuição da Polícia Militar, o que, no entendimento deste veículo de comunicação é uma atribuição exclusiva da municipalidade, possuidora de um grupo de fiscais que, é o que parece, somente possuem garras para atuar contra aqueles que trabalham devidamente autorizados conforme é exigido pelas regras legais aprovadas pela Câmara Municipal.

Em tempo: à Polícia Militar é atribuído o trabalho de combater o crime, e não ficar fiscalizando moto-taxista clandestino, o que é uma obrigação dos fiscais da prefeitura.

Nada contra quem está trabalhando, mas ou a municipalidade libera a clandestinidade ou toma uma atitude firme obrigando seus fiscais a mostrar o serviço que deveria ser sua obrigação. Com a palavra os membros da edilidade alemparaibana que não estão fiscalizando os fiscais da municipalidade…