A verdade sobre o desaparecimento do indigenista e do jornalista britânico e a esquerdopatia brasileira

EDITORIAL

Por Flávio Senra (*)

A já quase elucidação do desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips vem mostrar, mais uma vez, o quanto a grande, média e até pequena imprensa brasileira está tomada por esquerdopatas. Desde o início, o caso teve inúmeras insinuações de vários jornalistas de que possivelmente o desaparecimento teria envolvimento de grupos de apoiadores ao presidente Jair Messias Bolsonaro, insinuações reverberadas por militantes e políticos ligados ao ex-presidiário, hoje em liberdade devido uma série de situações nunca vistas em toda a história do Judiciário Brasileiro.

Ainda no último domingo, dia 12 de junho, vi na rede social comentários de vários alemparaibanos e não-alemparaibanos contaminados pela esquerdopatia que tomou conta de uma parcela da população brasileira, com insinuações de que o Chefe do Executivo Brasileiro se não tivesse diretamente envolvido no sumiço do indigenista e do jornalista britânico certamente indiretamente estava.

Um absurdo, no mínimo é o que posso falar a respeito desses indivíduos que até hoje ainda acreditam que o “Sapo Barbudo” e sua tropa são inocentes! Não bastasse, com a cobertura de uma parte do Judiciário Brasileiro, aquela que ocupa um “trono cativo” na Capital Federal, eles ainda são capazes de jurar com os pés juntos de que a salvação do Brasil é a volta da quadrilha que desviou bilhões de dólares dos cofres públicos, deixou de investir em nossa infraestrutura para dar de presente para as inúmeras ditaduras de esquerda sul e latino-americanas, como da Venezuela, Bolívia, Cuba, Nicarágua e outras, obras gigantescas que resultaram em calotes inimagináveis.

Felizmente, a verdade sempre prevalece e mostra, mais uma vez, quem está com a razão. Pelo visto, e somente falta a confirmação das autoridades policiais que estão à frente do caso, Bruno Pereira e Dom Phillips foram executados a mando de uma quadrilha de traficantes peruanos que teria contratado Amarildo Costa de Oliveira, o “Pelado”, que seria o executor do crime. “Pelado” já está preso.

Sinto muito pelo desaparecimento do indigenista e do jornalista Dom Phillips, e sinto mais ainda pela doença que a imprensa brasileira acabou sendo contaminada, a esquerdopatia, um mal que somente será extirpado quando parte dos jornalistas brasileiros criarem vergonha na cara.

(*) Flávio Senra é editor do Jornal Além Parahyba desde junho de 1993