sábado, julho 18, 2026
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Juiz de Fora tem 37 favelas e comunidades urbanas, segundo o IBGE

O município juizdeforano ocupa primeira posição na Zona da Mata. Além Paraíba é a segunda colocada na Mata Mineira com 8 favelas.

O suplemento do Censo 2022 sobre as favelas brasileiras, divulgado na sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que Juiz de Fora ocupa a primeira posição na Zona da Mata em número de favelas e comunidades urbanas: são 37, com população total de 16.728 pessoas vivendo nesses locais. Os pesquisadores do IBGE consideram favelas e comunidades urbanas as localidades com características não somente pelo alto índice de pobreza e violência, mas também aquelas possuidoras de insegurança jurídica da posse, ausência, oferta precária ou incompleta de serviços públicos, padrões urbanísticos fora da ordem vigente e ocupação de áreas com restrição ou de risco ambiental.

Procurada, a Prefeitura de Juiz de Fora, por meio de sua assessoria, informou que trabalha de forma intensa na regularização fundiária, considerada um dos primeiros passos para aplicação das políticas públicas nesses espaços.

Além Paraíba ocupa a segunda colocação na Mata Mineira, com 8 favelas

Na Zona da Mata também são listados os seguintes municípios: Além Paraíba (8), Barbacena (4), Matias Barbosa (1), Estrela Dalva (1), Pirapetinga (1) e Viçosa (1).

Em Além Paraíba foram listados vários bairros, que são: a maior favela em número de moradores Grota-Morro da Conceição, com 1.529 moradores. Aparecem ainda Morro São Sebastião/Banqueta, Boaideiro, Goiabal, Terra do Santo, Morro do Cipó/Matadouro e Morro do Cemitério, com cerca de 8 mil pessoas vivendo nestes locais. Vale ressaltar, Juiz de Fora possui cerca de 565 mil habitantes, sendo que Além Paraíba possui pouco mais de 30 mil, uma diferença bastante acentuada, daí, entende-se que o problema favela em Além Paraíba é bem maior que o de Juiz de Fora.

A repórter Maria Elisa Diniz, do MG-TV, procurou fazer contato com Prefeitura de Além Paraíba na busca de informações sobre o que a municipalidade alemparaibana tem feito para minimizar essas situações apontadas pelo IBGE, infelizmente sem obter uma resposta – vide reportagem de vídeo em anexo.

Fonte: Com informações do jornal Tribuna de Minas, MG-TV e outras.