Desembargadores da 6ª Câmara Criminal da TJMG dão por encerradas as acusações do MPMG contra Dr. Rafael Gracioli e Bethânia Reis

A desembargadora Paula Cunha e Silva, da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, acordou, em Turma, na negativa ao provimento aos recursos oferecidos pelo Ministério Público de Minas Gerais e respectivo Assistente de Acusação, representado por um conhecido Escritório de Advocacia de Além Paraíba, contra a sentença que julgou improcedente a denúncia que havia sido julgada em favor da absolvição do médico Rafael Boubee Gracioli da Silva e Bethânia Reis de Souza pelo crime de peculato que resultou no decreto de intervenção municipal do Hospital São Salvador promovido pelo ex-prefeito Miguel Belmiro de Souza Júnior.
Segundo o relatório da desembargadora, os entes acusadores (MPMG e Assistente de Acusação) não apresentaram provas suficientes de que os acusados tenham desviado dinheiro público da instituição hospitalar alemparaibana como havia sido alegado pela municipalidade de Além Paraíba quando da decretação da intervenção do Hospital São Salvador.
Diante disso, juntamente com os desembargadores Marco Antônio de Melo e Joubert Carneiro Lopes, a desembargadora Paula Cunha concluiu ser “descabida a condenação” das partes envolvidas, negando assim o provimento dos recursos apresentados.
Abaixo, o Acordão sobre a Apelação Criminal nº 1.0000.25.034962-8/001, dando por encerradas as ações criminais contra os acusados pelo MPMG e o dito Escritório de Advocacia de Além Paraíba que foi contratado para atuar como assistente de acusação.
Diante disso, fica registrada a pergunta que não só os acusados, mas também toda a comunidade de Além Paraíba e sua microrregião deixam no ar para ser respondida por quem de direito: E AGORA, MIGUÉ? Aliás, José…



