domingo, maio 3, 2026
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Alemparaibano foi preso ontem, quarta-feira (02), em operação denominada “Infraction” contra organização especializada em furto de petróleo

O alemparaibano identificado como Márcio Pereira Gabri foi preso ontem, quarta-feira (02), durante Operação “Infraction” em Além Paraíba. (Foto: CNN Brasil / Polícia Civil do Rio de Janeiro – Divulgação)

Um alemparaibano identificado como Márcio Pereira Gabri, foi preso na manhã de ontem, quarta-feira (02), numa operação denominada “Infraction” realizada pela Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), contra uma organização criminosa especializada no furto de petróleo bruto na região do município de Rio das Flores.

Conforme apuração, Márcio Pereira Gabry foi o detido em um apartamento localizado na Travessa Pagano, no bairro de Porto Novo.

Além disso, os agentes estavam cumprindo outros dois mandados de prisão preventiva:

·         Franz Dias Costa: já estava encarcerado;

·         Mauro Pereira Gabry: já é considerado foragido.

As equipes ainda cumpriram 14 mandados de busca e apreensão em MG e no RJ.

Investigação começou após tentativa de furto

A apuração começou após uma tentativa de furto de petróleo bruto na região de Rio das Flores, município do estado do RJ, em agosto do ano passado.

Na ocasião, técnicos identificaram um túnel de cerca de sete metros e impediram o crime.

O inquérito revelou ainda o alto grau de sofisticação da organização criminosa, que usava veículos alugados por terceiros, contas bancárias em nome de laranjas e comunicações criptografadas para dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis.

Investigados já tinham sido alvos de outras operações

Segundo as investigações, o grupo atuava de forma estruturada e contínua ao longo dos últimos anos, mesmo após ter sido alvo de diversas ações policiais.

Os investigados já tinham sido alvos de cinco operações anteriores, incluindo a Operação “Ouro Negro”, o que evidencia reincidência e desrespeito às medidas judiciais.

Outros integrantes foram identificados ao longo das investigações, como o contraventor Vinicius Drumond, herdeiro do bicheiro Luizinho Drumond.

Essa parte do grupo atuava no suporte logístico aos crimes, especialmente no pagamento de despesas e na ocultação da identidade dos mandantes.

Fonte: g1, Zona da Mata, com informações do GAECO/MPRJ