A partir de sábado, dia 1º de novembro, a Rádio Juventude passa se chamar Rádio Maravilha FM
Emissora integra a rede que pertence ao ex-deputado federal fluminense Eduardo Cunha.

A partir do dia 1º de novembro, próximo sábado, a emissora de rádio alemparaibana Juventude FM, criada por Hélio Fazolato e Edel Ferreira Gomes com o propósito de levar aos ouvintes entretenimento, notícias e elevar a auto-estima do povo de Além Paraíba e região, passa a ser chamada de Maravilha FM, mais uma emissora que integra a rede do ex-deputado fluminense Eduardo Cunha.
Todos os horários da emissora serão apresentados em rede, com a possibilidade de não mais existirem os programas locais, o que, segundo relatos na rede social não agradou aos ouvintes.
Nesta semana, faltando poucos dias para essa mudança que traz grande preocupação não somente aos colaboradores da emissora, mas também para a população de Além Paraíba e ouvintes da região, surge na rede social a indagação se alguns destes colaboradores, como André Carluccio, seu mais antigo funcionário, e seu gerente Milton Carvalho, serão demitidos ou continuarão servindo de suporte caso surgir algum problema na rede. Vale ressaltar, extra-oficialmente nos foi informado que os dois colaboradores assinalados não serão demitidos, e os demais que estão à frente dos programas locais também serão mantidos.
Rede Maravilha FM
A Rede Maravilha FM, ligada ao ex-presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha, tem presença em vários municípios de Minas Gerais, com programação voltada ao público gospel.
Seu slogan, “Rede Maravilha, a rádio de todas as igrejas, que toca o som do céu”, está presente em Belo Horizonte, Uberaba e outros municípios mineiros, entre estes Além Paraíba onde, recentemente, o político se fez presente reunindo vários políticos alemparaibanos e da região, entre estes o ex-vereador Reginaldo Câmara Estevanim, o “Regison”.
Nos bastidores, a informação é que Eduardo Cunha ensaia uma candidatura para deputado federal por Minas, apesar de ser carioca e ter construído a trajetória no Rio de Janeiro – onde a Rede Maravilha passou a operar em uma frequência desde o ano passado. Uma das justificativas para não concorrer pelo Rio seria para não disputar com a filha.
Filiado ao Republicanos, Cunha estava no PMDB – hoje MDB – quando abriu o processo de impeachment contra a então presidente Dilma Rousseff (PT). Depois, foi alvo da Lava Jato e cassado na Câmara. Em 2022, não conseguiu se eleger deputado federal pelo PTB de São Paulo.



