domingo, maio 10, 2026
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Energisa anuncia R$ 18 bi em investimentos após assinar renovação de distribuidoras

Segundo a companhia elétrica, os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica.

SÃO PAULO, 8 Mai (Reuters) – ⁠A Energisa (ENGI11) estimou ontem, sexta-feira (08), ⁠investimentos de R$ 18 bilhões nos próximos cinco ‌anos nas distribuidoras de energia elétrica em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e ‌Sergipe, após assinar com o governo federal a renovação das concessões das quatro empresas.

Segundo a companhia elétrica, os recursos serão direcionados prioritariamente à ampliação e à modernização da infraestrutura elétrica, ‘proporcionando maior ⁠qualidade, ‌segurança e capacidade de atendimento à população’.

O ⁠montante previsto está dividido em R$ 9,3 bilhões para Mato Grosso, R$ 4,4 bilhões para Mato Grosso do Sul, R$ 2,8 bilhões para Paraíba e R$ 1,7 bilhão para Sergipe.

Grupos que controlam ​14 distribuidoras de energia elétrica assinaram também ontem, sexta-feira, aditivos contratuais para estender suas concessões na ​área por mais de 30 anos, sob novas regras criadas pelo governo federal para aprimorar indicadores de qualidade dos serviços prestados e o atendimento aos consumidores.

O processo foi ‌considerado um ‘passo histórico’ pelo ministro de ​Minas e Energia, Alexandre Silveira, que estimou R$ 130 bilhões em investimentos pelas distribuidoras até 2030 para os 13 Estados ⁠alcançados.

Além de ​empresas da ​Energisa, estão sendo renovadas concessões da CPFL, Equatorial, EDP, Neoenergia e ⁠Light. Ao todo, 16​distribuidoras estão com contratos renovados, de um total de 19 que participam do processo.

Faltam ainda definições sobre ​as renovações das três distribuidoras operadas pelo grupo italiano Enel. A companhia já​conseguiu recomendação ⁠favorável da Aneel para extensão das concessões no Rio de Janeiro ⁠e Ceará, mas a avaliação sobre a Enel São Paulo segue pendente, diante do processo aberto sobre a distribuidora que pode levar à caducidade do contrato.

Fonte e foto: Portal-Site InfoMoney