sexta-feira, julho 31, 2026
BRASIL E MUNDODESTAQUENOTÍCIAS

Perito negou 97 de cada 100 pedido de benefícios. Entenda  fraude!

O seu pedido do INSS foi negado de forma automática? Uma auditoria acaba de revelar o motivo de tantos cortes!

Facebook 1785418733509

O Ministério da Previdência Social afastou temporariamente 167 peritos médicos do INSS. Uma investigação minuciosa detectou taxas abusivas e injustificadas de indeferimento de benefícios, expondo uma rigidez que estava prejudicando milhares de trabalhadores doentes.

O escândalo das negativas em massa no Atestmed:

97% de pedidos negados: A auditoria revelou casos absurdos, incluindo um único profissional que chegou a rejeitar 97% de todos os benefícios que analisou por meio do sistema documental Atestmed.

Injustiça sistêmica: Essa conduta impedia que segurados com laudos e atestados legítimos de doenças graves (como depressão, Burnout ou problemas na coluna) conseguissem o afastamento remunerado.

Afastamento preventivo: O governo federal interveio para garantir que os requerimentos passem por uma avaliação justa, transparente e baseada na real condição de saúde do cidador.

O que fazer se o seu benefício foi cortado ou negado?

Se você foi vítima dessa onda de indeferimentos nos últimos meses, não se desespere. O direito previdenciário garante caminhos rápidos para reverter a injustiça:

·         Exija a cópia do laudo da perícia: Acesse o Meu INSS e emita o documento de justificativa do perito para identificar qual foi o argumento utilizado para negar o seu pedido.

·         Busque a Justiça Federal (Recomendado): Ingressar com uma Ação Judicial contra o INSS é a forma mais eficaz. No processo, o juiz nomeará um médico especialista independente que avaliará o seu caso sem os vícios ou pressões internas do órgão.

·         Receba os valores retroativos: Vencendo a ação na Justiça, o INSS é obrigado a pagar de forma integral todo o dinheiro acumulado desde a data em que o seu benefício foi negado na agência.

A lei existe para proteger a sua saúde e o seu sustento, e não para criar barreiras burocráticas!

Fonte: Analu Espacio – Advogada