Equipe de conservação e recuperação das estradas vicinais de Angustura tem o serviço iniciado em janeiro quase concluído
Trabalho de recuperação foi árduo e longevo devido aos enormes danos causados pelas fortes chuvas de verão. Enquanto a PMAP faz o que é sua obrigação, a Ecovias Rio Minas não faz o seu Dever de Casa.

Desde janeiro, ocasião em que as fortes chuvas que caíram na virada de ano no município e região, os trabalhos realizados no distrito de Angustura pela equipe liderada Bruno Pitassi tem sido alvo de efusivos elogios pelo povo angusturense, em especial os produtores rurais que tiveram sérios problemas com o estado em que ficaram as estradas que servem, principalmente, para o escoamento da produção.
À ocasião inúmeras pontes foram literalmente destruídas, desmoronamentos incontáveis deixaram os produtores rurais ilhados, as estradas, todas sem exceção, ficaram praticamente sem condições de tráfego.
O trabalho foi árduo, demorado devido a malha vicinal a ser reconstruída ultrapassar 100 quilômetros de extensão, valendo ressaltar que a equipe que assumiu a responsabilidade de reconstrução é formada de pouco mais de 10 homens, doze é o que parece. Ressalta-se ainda, o período chuvoso se estendeu até meados de abril, e a equipe também tinha por responsabilidade atender as necessidades que surgiram dentro da sede distrital, bem como nas localidades de Marinópolis e Beira Rio.
Vale ressaltar, mesmo com as fortes chuvas que caíram no último final de semana, em quase nada as estradas já restauradas foram afetadas. Segundo Bruno Pitassi, toda a malha vicinal angusturense estará literalmente restaurada ainda nesta semana.
O descaso da Ecovias Rio Minas com Angustura

Nos últimos dias, com o serviço de total recuperação dos mais de 100 quilômetros das estradas vicinais já quase concluído, na quarta-feira (29), quando foi entregue pronto e restaurado o calçamento em bloquetes todo refeito nos metros iniciais da estrada que liga a BR-116 à Angustura, uma situação de descaso promovida pela Ecovias Rio Minas, empresa concessionária pela administração dos 756 quilômetros das BR’s 116, 465 e 493, acaba sendo constatada.
A concessionária vencedora do processo licitatório para administrar e manter a importante rodovia em boas condições de segurança e tráfego, mostra total descaso, isso para não dizer desrespeito, com Angustura por alguns motivos que podem até mesmo ser de pequena monta, mas são de grande relevância para o povo angusturense.
Além de ter retirado a placa indicativa que existia à margem da BR-116 informando que sete quilômetros à direita (sentido de quem se dirige em direção a Leopoldina) e à esquerda (sentido de quem se dirige ao Rio de Janeiro) está localizada a centenária vila de Angustura, o início do acesso da rodovia ao calçamento da estrada vicinal, que seria de obrigação da empresa, é uma valeta que quase sempre causa danos e prejuízos aos proprietários dos veículos que ali trafegam.
O mais interessante nesta situação, que é de conhecimento geral, a municipalidade não pode resolver tal problema mesmo que queira, isto porque a dita Ecovias Rio Minas assim proíbe.
NOTA DA REDAÇÃO: Ecovias Rio Minas, faça o seu DEVER DE CASA…



