sábado, março 7, 2026
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Astrônomos informam a moradores de SP, RJ, MG, PE, CE, BA, RS, SC e PR sobre evento que acontecerá amanhã, sábado (28)

Alinhamento dos planetas. (Reprodução/Vito Technology)

Moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além dos demais estados brasileiros, poderão observar amanhã, sábado (28), caso o céu esteja límpido, um raro alinhamento planetário no céu do início da noite.

O fenômeno reúne seis planetas visíveis simultaneamente, formando um arco luminoso logo após o pôr do sol. A observação não exige equipamentos especiais para identificar parte do espetáculo.

Especialistas indicam que o melhor momento para acompanhar o fenômeno será cerca de 30 minutos após o pôr do sol, quando os planetas começam a se destacar no céu ainda parcialmente iluminado pelo crepúsculo.

Embora o dia 28 de fevereiro seja considerado a data de maior concentração visual dos planetas em diversas regiões do mundo, no Brasil o dia 25, última quarta-feira, também apareceu como um dos mais favoráveis, especialmente para observadores em São Paulo.

A visibilidade pode variar conforme as condições climáticas e a presença de nuvens.

Quais planetas poderão ser vistos?

Quatro planetas poderão ser observados a olho nu:

·         Mercúrio

·         Vênus

·         Júpiter

·         Saturno

Já Urano e Netuno também estarão presentes no céu, mas exigirão o uso de binóculos ou telescópio para melhor visualização.

Mesmo sem equipamentos, será possível identificar os corpos celestes mais brilhantes e perceber o desenho característico do alinhamento.

O que é o alinhamento planetário?

Apesar do termo popular, os planetas não ficam realmente alinhados no espaço. O que ocorre é um efeito visual: como orbitam o Sol praticamente no mesmo plano, eles parecem próximos uns dos outros quando observados da Terra.

Eventos desse tipo não são raríssimos, mas a presença simultânea de seis planetas visíveis no mesmo período chama atenção e atrai entusiastas da astronomia.

Fonte: Diário do Comércio – Por Pedro Silvini