Obra de restauração do telhado do Museu de História e Ciências Naturais de Além Paraíba deve ficar concluída em, no máximo, 30 dias
Afirmativa é do engenheiro responsável pelos trabalhos, Dr. Winston Baylet Goulart.

Iniciada em 8 de junho último, a obra de restauração do telhado da Estação Ferroviária de Porto Novo, extintos armazéns da Estrada de Ferro Leopoldina, com a total substituição das telhas tipo canal por telhas portuguesas, de todo madeirame de sua sustentação e forro, além de total pintura em toda sua parte externa e interna, estará concluída em, no máximo 30 dias a contas da data de hoje, 08 de setembro.
Esta é a afirmativa do engenheiro Dr. Winston Baylet Goulart, responsável técnico de toda obra, que ainda ressalta estarem inclusos nos serviços as duas torres que compõem aquela edificação que remonta o século XIX que abriga as instalações do Museu de História e Ciências Naturais (MHCN) e o Projeto PopCine, bem como a sede da Secretaria Municipal de Esportes de Além Paraíba em espaço gentilmente cedido para a municipalidade alemparaibana.
Os recursos financeiros para a realização da obra são originários de emenda parlamentar e contrapartida da atual gestão municipal de Além Paraíba, leia-se Dr. Paulo Henrique Marinho Goldstein, e o projeto foi autorizado, por escrito, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e pelo Ministério dos Transportes e a concessionária VLi, bem como pelo Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Além Paraíba. Os recursos aprovados estão na ordem de cerca de R$ 480 mil.
Parabéns à direção do Museu de História e Ciências Naturais de Além Paraíba, em especial ao seu gestor, professor André Martins Borges, pela conquista. Aliás, é justo ressaltar que, já de longa data, a ONG-entidade Museu de História e Ciências Naturais têm sido, quilômetros de distância, como a mais atuante entre todas as entidades correlatas existentes em terras alemparaibanas a se preocupar e até mesmo agir em benefício da cultura e preservação do patrimônio e da história do município alemparaibano.
Texto e foto de Flávio Senra



